Trilogia Mulheres Perdidas e Achadas reúne idosas, prostitutas e presidiárias

O projeto Mulheres Perdidas e Achadas – Histórias para acordar- lançado no Dia Internacional da Mulher, 8 de marçono Café do Memorial do Rio Grande do Sul – é uma espécie de declaração feminina contra o preconceito. A trilogia reúne textos produzidos por grupos aparentemente antagônicos: idosas, prostitutas e presidiárias.

No folhetim Mariposa – Uma puta história, as prostitutas contam uma história de ficção. No Almanaque da Maturidade, idosas da cidade fronteiriça de Bagé reinventam os antigos almanaques de farmácia. E, no Pombo Correio – Cartas da Prisão, apenadas em regime semiaberto escrevem uma correspondência dirigida a quem vive do outro lado dos muros.

O projeto – desenvolvido a partir de oficinas coordenado pela jornalista Rosina Duarte e a psicanalista Maíra Brum Rieck – tem projeto gráfico de Rosana Pozzobon. O trabalho contou com o apoio da Fundação Luterana de Diaconia (FLD) e do Ministério da Cultura, além de parcerias com o Grupo Renascer de Terceira Idade, o Núcleo de Estudos da Prostituição (NEP), o Casa Albergue Feminino e a Revista Norte, da Arquipélago Editorial.

Durante o lançamento, as autoras compartilharam experiências enquanto assinavam autógrafos e se emocionavam ao ver seus textos teatralizados pelas atrizes Deborah Finocchiaro e Elaine Regina, dirigidas por Camila Bauer. As três pertencem à Companhia de Solos & Bem Acompanhados, que estuda a possibilidade de levar o projeto ao palco.

Interessados em adquirir a trilogia podem fazer a solicitação pelo site da ALICE.

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